Escolher o shape certo é como encontrar o par perfeito de tênis: tem que encaixar no teu pé, no teu jeito e no que tu quer fazer com ele. No skate, o shape é a alma do rolé — ele manda na tua linha, nas manobras e no fogo que tu sente rasgando o pico.
Com tantas opções de largura, comprimento, concave e nose/tail, como mandar bem na escolha? Relaxa, esse guia te dá o caminho pra achar o teu match, seja tu do street sujo, do vert insano ou daquele rolé "de boa" na ladeira.
E se quer um shape que grita nas ruas, a Hashed Skulls é a marca nacional com qualidade que racha o concreto — feita com sangue brasileiro, pronta pra fazer o chão tremer.
1. Largura: O Ponto de Partida
A largura do shape é o primeiro soco. Medida em polegadas (pra ficar no padrão gringo que a galera usa), ela decide se tu vai voar nos flips ou segurar firme nas descidas. Toma o breakdown:
- 7.5" a 8" (19 cm a 20,3 cm): O Coringa do Street
Leve, ágil e feito pra quem vive de flip tricks e grinds no corrimão. É o shape que gira na tua mão e te deixa mandar aquele kickflip sem piscar. Perfeito pra iniciantes ou quem tem pé menor querendo dominar o técnico. - 8" a 8.5" (20,3 cm a 21,6 cm): O Meio-Termo que Não Treme
Esse é o bicho pra quem pula do street pras rampas sem medo. Dá estabilidade pra dropar bowls e ainda segura os flips na boa. Teu match se teu rolé não tem fronteira. - 8.5" pra cima (21,6 cm+): Os Tanques do Caos
Velocidade bruta e confiança pra vertical, bowls ou downhill. Shapes largos são pras feras que querem aéreo alto ou só curtir a ladeira de boa, sentindo o vento na cara.
Dica de ouro: Pés acima de 42 (BR)? Vai de 8.25" pra cima. A Hashed Skulls tem Shapes com pegada nacional que não tremem no tranco — flexibilidade e resistência pra fazer a rua gritar teu nome.
2. Comprimento e Wheelbase: O Equilíbrio do Giro
O comprimento (30.7" a 33" ou 78 cm a 84 cm) e o wheelbase (distância entre os eixos) são o pulso do teu skate:
- Wheelbase curto (13" a 14" ou 33 cm a 35,5 cm)
Resposta na lata, street puro. O shape vira num estalo, perfeito pra quem vive mandando tricks e flips. - Wheelbase longo (14" pra cima ou 35,5 cm+)
Suavidade e controle pra carving, bowls ou aquele cruising que faz o asfalto cantar.
Shapes curtos são ágeis pra valer; os longos botam gás na tua linha. Mas não tem jeito: tu precisa testar na pele, sentir o giro e escolher o que te leva.
3. Concave: A Pegada nos Pés
O concave é a curvatura que gruda teu pé na madeira, mas esquece padrão — alto, médio e baixo não é regra, é vibe. Cada marca faz do seu jeito, e a diferença tá no style, não na fita métrica. O jeito é dropar e sentir:
- Baixo (curva suave, tipo 0,5 cm ou menos)
Quase plano, relax, pra quem tá começando ou quer um rolé solto. Liberdade total pros pés. - Médio (curva na casa de 0,5 cm a 1 cm)
O mais comum, mas varia pra danar. Dá controle e conforto pra qualquer rolé — street, ramps, seja o que for. - Alto (curva acima de 1 cm, às vezes mais)
Nervoso, precisão bruta. Feito pra flips insanos e aéreos que arrancam o fôlego, mas cansa se tu não tá acostumado.
Não tem tabela fixa, mano. A Hashed Skulls manda um concave que junta brutalidade e controle — pega um, testa na rua e vê o chão rugir de volta. Só sentindo pra saber se é o teu.
4. Nose e Tail: Onde a Mágica Estoura
O nose e o tail são os reis do pop.
- Tail mais inclinado
Estoura o ollie e manda no street. - Nose mais longo
Nollies e switch com autoridade. - Simétrico
Versatilidade pura, pra brincar sem regra.
Os shapes da Hashed Skulls vêm equilibrados pra te dar liberdade desde o primeiro drop — é só escolher teu veneno e testar o snap.
5. Material e Construção: A Alma da Madeira
O shape de skate é a base do teu corre, e a madeira que o constrói define se ele vai aguentar o tranco ou virar lenha no primeiro drop. No mundo do skate, as opções de material variam, e cada uma tem sua alma, seu gancho e seu jeito de encarar o asfalto. Vamos destrinchar os tipos mais usados pra tu entender o que rola por trás da prancha:
- Maple Canadense (Hard Maple)
O rei dos shapes, sem discussão. Vem das florestas frias do Canadá, é duro pra caramba e tem fibras que entregam resistência e elasticidade na medida certa. A maioria dos shapes top é feita com 7 ou 8 lâminas dele, prensadas com cola braba pra aguentar o impacto dos flips e os rasantes no vert.
A resposta é afiada, o pop é alto, e a durabilidade faz ele ser o preferido das marcas que não brincam em serviço. Peca só no peso — não é o mais leve —, mas quem quer força não reclama. - Bambu
O leve da parada, com uma vibe mais solta. O bambu é flexível e sustentável, o que faz dele um queridinho pra shapes de cruising ou longboards. Alguns misturam camadas de bambu com maple pra equilibrar peso e resistência, mas sozinho ele não tem a mesma explosão do maple puro. Ideal pra quem curte carving ou um rolé tranquilo na ladeira, mas se tu vive de ollie e grind, vai sentir falta de rigidez. - Birch (Bétula)
O primo econômico do maple. Mais leve e macio, é usado em shapes baratinhos ou pra iniciantes que tão começando a ralar o asfalto. O problema? Não aguenta o mesmo abuso — o snap é mais fraco, e a madeira tende a lascar ou rachar rápido se tu forçar manobras pesadas. É uma opção pra quem tá testando o giro sem gastar muito, mas não segura o fogo de um rolé brabo. - Madeiras Compostas (Maple + Fibra de Vidro ou Carbono)
Aqui entra o trampo futurista. Algumas marcas tunam o maple com camadas de fibra de vidro ou carbono pra deixar o shape mais leve, rígido e resistente a quebras. O snap fica nervoso, e o peso cai, mas o preço sobe junto. É coisa pra quem quer performance insana, tipo aéreos altos ou velocidade no downhill, e tá disposto a investir pra isso.
Entretanto, alguns skatistas dizem que perde um pouco da "alma" do maple puro. O composto pode parecer “artificial” ou menos orgânico no pé. Se o trampo for malfeito (cola ruim ou prensagem fraca), as camadas podem se soltar com o tempo, matando o shape. - Pau-Marfim (Marfim Brasileiro)
A raíz nacional na jogada. Conhecida também como marfim brasileiro, essa madeira vem das nossas matas, especialmente do sul, e tem uma cor clarinha que lembra marfim de elephant. É dura, densa e aguenta impacto, entregando um snap decente pra manobras — mas não tem a elasticidade perfeita do maple puro.
Mais pesada e menos flexível, ela é usada por marcas brazucas pra dar um toque local e baratear o trampo. É uma escolha roots, pra quem quer sentir o chão do Brasil no rolé, mas exige um acabamento brabo pra competir com os gringos. - Outras Exóticas (Carvalho, Nogueira)
Raro, mas tem quem teste. Carvalho é duro, mas pesado demais pro skate. Nogueira tem um visual irado, mas não entrega o equilíbrio de força e flexibilidade que o rolé pede. São mais experimentos ou shapes decorativos do que pra detonar na rua.
Agora, bora pro que interessa: os shapes da Hashed Skulls são fabricados com 7 lâminas de maple canadense, selecionadas, calibradas e prensadas de 2 em 2, com um trampo que bota o Brasil no mapa.
Madeira que aguenta o calor do nosso asfalto, cola que não entrega o jogo — é snap brabo, resistência de rua e uma alma que não se curva pra ninguém. Shapes feitos pra durar e fazer barulho no corre, direto da raiz nacional.
Enquanto outras madeiras podem flexionar ou rachar, o maple da Hashed Skulls é escolhido a dedo pra te dar o pop que estoura o pico e a firmeza pra ralar até o chão gritar teu nome.
6. Estilo Pessoal: O Teu Grito Define Tudo
O que tu quer do teu skate?
- Street puro
7.5" a 8.25", concave na média, wheelbase curto. - Transição e bowls
8.25" a 8.75", concave mais alto, wheelbase médio. - Cruising e ladeira
8.5" pra cima, concave baixo, wheelbase longo.
O shape perfeito é o que te faz dropar toda hora, sentir o asfalto pulsar e a rua te chamar. Testa, troca, arrebenta — o rolé é teu, e só tu sente o que encaixa.
Bônus: Dicas Pra Não Tombar
- Trucks e Rodas no Ponto
Trucks largos pedem shapes largos pra não vacilar. Rodas pequenas (2" a 2.1" ou 50 mm a 52 mm) são street; maiores (2.1" pra cima ou 54 mm+) são rampas. - Testa na Rua Primeiro
Pega o shape e rala o rolé. Sente o pop, o grip, o giro — o shape fala com teu pé na sessão, não no papo. - Nacional É o Grito
A Hashed Skulls tá botando o Brasil pra rugir no pico. Shapes com qualidade que não tremem, feitos pra aguentar o tranco do nosso chão e custam o preço justo.
E aí, pronto pra detonar?
O shape não é só madeira — é teu grito no asfalto, o que te conecta ao caos e à liberdade. Não tem padrão, não tem regra: concave, wheelbase, largura, tudo é teste. Pega, dropa, sente.
A Hashed Skulls tá trazendo shapes com sangue nacional que racham o chão e fazem a galera berrar nas ruas. Escolhe o teu e faz o pico tremer.
Conta depois como o giro pegou fogo!
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